Nenhuma lista de medidas técnicas substitui bom senso — use uma senha que você não usa em outro lugar, e ative o segundo fator assim que criar sua conta. Dito isso, o que está por trás não depende só do seu cuidado:
- SessãoSua sessão nunca é um segredo em texto puro
O token que mantém você conectado fica salvo no banco como um hash, não como o token em si — mesmo o próprio banco de dados não guarda algo que dê pra usar pra entrar na sua conta. No navegador, ele vive num cookie que o JavaScript da página não consegue ler.
- Segundo fatorUm código que só serve uma vez
O segundo fator usa códigos de seis dígitos que trocam a cada 30 segundos — e um código já usado é recusado, mesmo que alguém o tenha interceptado. Dez códigos de recuperação, mostrados uma única vez, cobrem a hora em que o celular some.
- Força brutaTentar adivinhar não compensa
Depois de algumas tentativas erradas, a conta trava por um tempo — mesmo que a próxima tentativa fosse a senha certa. A trava vale tanto pra senha quanto pro segundo fator, e sobrevive a qualquer reinício do sistema.
- IsolamentoSeus dados, e só os seus
A separação entre contas é aplicada dentro do próprio banco de dados (Row Level Security), não apenas no código do aplicativo. Uma falha de programação não é suficiente, sozinha, pra expor o dado de outra pessoa.
- AuditoriaUm histórico que responde “fui eu?”
Toda tentativa de acessar sua conta fica registrada — inclusive as que falharam. Você pode conferir de onde e quando alguém tentou entrar, na sua própria área de conta.
- ExclusãoApagar significa apagar
Encerrar a conta remove seus lançamentos, dívidas e histórico de fato. Fica só um registro mínimo, sem nome e sem dado pessoal, do tamanho exigido por lei pra comprovar que a exclusão aconteceu — nada além disso.